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19 de mai de 2015

Simulado: Educação Inclusiva: do que estamos falando? - CARVALHO, Rosita Edler (2005)

Texto na íntegra

01. (VUNESP/2014) O  corpo  docente  de  uma  determinada  escola  da  rede pública de ensino fundamental, após realizar uma avaliação  para  detectar  as  necessidades  da  escola,  concluiu que seria importante  estudar  as questões  relacionadas à educação especial, na perspectiva da educação inclusiva. Para isso, escolheram como apoio teórico o documento Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (MEC/SEESP, 2008) e o texto Educação Inclusiva: do que estamos falando?, de Rosita Edler Carvalho.
Graças às contribuições dos dois textos, o corpo docente pôde, acertadamente, chegar à conclusão de que

(A) a  educação  especial  é  uma  modalidade  de  ensino que  perpassa  todos  os  níveis,  etapas  e demais modalidades,   e   são   disponibilizados   serviços   e recursos aos alunos e seus professores para sua utilização nas turmas comuns do ensino regular.

(B) os  educadores  brasileiros  estão  de  acordo  quanto à forma de levar o sistema gestor de políticas educacionais  e  as  escolas  a  assumirem  a  orientação inclusiva.

(C) a educação especial, organizada de forma paralela à educação comum, é mais apropriada do que a oferecida pela escola regular, quando se trata da aprendizagem dos alunos com necessidades especiais.

(D) a atual LDBEN – Lei n.º 9.394/96, no artigo 59, não assegura  a  terminalidade  específica  àqueles educandos  com  necessidades  especiais  que  não  atingiram  o  nível  exigido  para  a  conclusão  do ensino fundamental.

(E)  o   atendimento   educacional   especializado   deve, ao  longo  de  todo  processo  de  escolarização, estar consubstanciado em proposta independente da proposta pedagógica do ensino comum.

GABARITO

01 - A

2 comentários:

Valdete de Oliveira disse...

Li atentamente o artigo muito interessante e acertei a questão.

Claudinea Travalon disse...

Obrigada por disponibilizar o material para pesquisa e estudo. O professor com sua dupla e às vezes tripla jornada fica sem tempo de fazer resumos, ou muitas vezes de ler e ter acesso à literaturas que enriquece o seu agir e pensar pedagógico. É ridiculo ter que estudar para realizar prova de mérito , deveríamos estudar para o nosso enriquecimento profissional. O professor precisa ser valorizado.

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